"Como é que está a maré?"
Eram as palavras mais ouvidas por alturas dos famosos jogos da praia.
Quem não recorda com saudade os fabulosos jogos de futebol na Costa da Caparica, onde ao sabor da hora da maré, se marcou uma época de ouro na história do Núcleo.
À falta de campos onde jogar, (espaços havia poucos, e dinheiro para pagar ainda menos) começámos a experimentar o imenso areal da Costa da Caparica, mais precisamente as areias da praia do CDS, Marcelino e ocasionalmente da praia de S. João.
Para os mais esquecidos, tudo começou num dia em que fomos jogar futebol na praia, e o José Fonseca parou na berma da estrada para roubar uns pinos sinalizadores com o objectivo de fazer postes de balizas.
Daí até à perfeição foi um pequeno passo para nós, mas um grande passo para os seguidores do futebol de praia.
Os pinos sinalizadores, ou os paus de madeira espalhados pela praia já não nos chegavam, e os ideólogos lá tiveram a brilhante ideia de fazer balizas em PVC. Recorco que o Abilio e o Zé Fonseca tinham um papelito com as medidas, que andava de mão em mão até serem ouvidos todos os "especialistas" para se decidir o tamanho correcto.
Escolhidas as medidas, feitos os projectos, lá se compraram alguns bocados do material. Mas claro que fazer uma epopeia destas e não arranjar nada de borla, nem parecia nosso, e vai de ir às obras do Pavilhão do Queluz arranjar mais uns tubos (neste caso inteiros, para aí com cinco metros cada).
E deu cá um jeito andar a correr pelas ruas de Queluz com isto ás costas…
Os projectos das balizas tinham sido um sucesso, e foi até com uma corrida entre as equipas que se ergueram pela primeira vez em pleno areal da praia do Marcelino.
Uma delas tinha cá uma marreca…
Balizas já tínhamos, e nesse ano, a coisa era levada a sério. O comprimento do campo devia ter cerca de 60 metros (?) e a largura era até onde o Meg quisesse, pois tinha uma tendência para procurar os espaços vazios...
Lembro-me que me cabiam 2 postes, para guardar e transportar para os jogos. Durante a semana guardava-os religiosamente na varanda da cozinha, e punha os cabelos em pé à minha mãe, pelo mau jeito que davam. (Deitei-os fora quando me casei e mudei de casa.)
Estudávamos ao pormenor o Correio da Manhã para ver a hora da baixa-mar e depois com as contas ao minuto, lá se combinava a hora da concentração à porta do Bola D’Ouro.
Não foram raras as vezes em que á hora marcada era ainda noite cerrada, mal se distinguindo quem lá estava (tenho uma imagem do Jaime sentado à porta da florista que há-de ficar para sempre) e a chegada à praia coincidia com o sol a nascer.
Era um espectáculo!!!
Como dizia á pouco, cabiam-me dois postes, como à maioria do pessoal (havia uns privilegiados que não os guardavam) e o transporte para o local do crime não era fácil.
Nas viagens para a margem sul eram utilizadas as viaturas do pessoal (os relógios suíços) para levar material e jogadores. A viagem era feita com os vidros abertos, fizesse chuva ou sol, porque os postes não cabiam dentro do carro!!
Mas com estes “problemas” todos, ainda assim lá estávamos nós de quinze em quinze dias, assim a maré permitisse ter um campo impecavelmente liso (nesta altura, o futebol de praia em areias soltas era ainda uma miragem) para os artistas explanarem o futebol que sabiam.
Grandes estrelas nasceram nestes clássicos, tácticas perfeitas eram colocadas em prática jogo após jogo, e o entendimento entre os jogadores era cada vez maior, roçando por vezes a perfeição.
Também algumas mazelas nos atletas começaram aqui a criar raízes, ficando para a história e gravada em video, a lesão que deu origem ao primeiro caso clínico do Núcleo - o Nuno Bento.
Os jogos eram normalmente 7X7 e após a jogatana, quando não havia corajosos para um banhito, lá se bebiam umas “bejecas” no bar, para fazer tempo para o almoço.
Recorremos com frequência aos famosos Benfica-Sporting, que muitas vezes acabavam mal. “Devia ser do cansaço…”
Ficou na memória de todos um marcante derby, em que o Meg fez o 1-0 para o Sporting a meio da primeira parte, e depois de um resto de jogo submetidos a enorme pressão e acantonados na sua área, os pupilos Leoninos, resistiram meritoriamente aos sucessivos ataques dos encarnados, e já com os ânimos exaltados, seguraram o 1-0 final, ficando este jogo como a principal referencia dos futebois na praia.
Foram estas e outras memórias, muitas delas registadas em filme, o resultado de 2 ou 3 anos em que nos deslumbrámos com correrias e futeboladas nos areais da Caparica.
“Registámos a patente”, pois em anos seguintes a moda pegou e as balizas e jogos eram imensos.
A nossa chama de futebolistas de praia foi-se apagando e dando lugar aos jogos de futebol salão.
Foi uma época de ouro, que cimentou a riqueza do espírito do NAB.
Merece ser revivida! Fica para um destes dias…
Até breve
Quem não recorda com saudade os fabulosos jogos de futebol na Costa da Caparica, onde ao sabor da hora da maré, se marcou uma época de ouro na história do Núcleo.
À falta de campos onde jogar, (espaços havia poucos, e dinheiro para pagar ainda menos) começámos a experimentar o imenso areal da Costa da Caparica, mais precisamente as areias da praia do CDS, Marcelino e ocasionalmente da praia de S. João.
Para os mais esquecidos, tudo começou num dia em que fomos jogar futebol na praia, e o José Fonseca parou na berma da estrada para roubar uns pinos sinalizadores com o objectivo de fazer postes de balizas.
Daí até à perfeição foi um pequeno passo para nós, mas um grande passo para os seguidores do futebol de praia.
Os pinos sinalizadores, ou os paus de madeira espalhados pela praia já não nos chegavam, e os ideólogos lá tiveram a brilhante ideia de fazer balizas em PVC. Recorco que o Abilio e o Zé Fonseca tinham um papelito com as medidas, que andava de mão em mão até serem ouvidos todos os "especialistas" para se decidir o tamanho correcto.
Escolhidas as medidas, feitos os projectos, lá se compraram alguns bocados do material. Mas claro que fazer uma epopeia destas e não arranjar nada de borla, nem parecia nosso, e vai de ir às obras do Pavilhão do Queluz arranjar mais uns tubos (neste caso inteiros, para aí com cinco metros cada).
E deu cá um jeito andar a correr pelas ruas de Queluz com isto ás costas…
Os projectos das balizas tinham sido um sucesso, e foi até com uma corrida entre as equipas que se ergueram pela primeira vez em pleno areal da praia do Marcelino.
Uma delas tinha cá uma marreca…
Balizas já tínhamos, e nesse ano, a coisa era levada a sério. O comprimento do campo devia ter cerca de 60 metros (?) e a largura era até onde o Meg quisesse, pois tinha uma tendência para procurar os espaços vazios...
Lembro-me que me cabiam 2 postes, para guardar e transportar para os jogos. Durante a semana guardava-os religiosamente na varanda da cozinha, e punha os cabelos em pé à minha mãe, pelo mau jeito que davam. (Deitei-os fora quando me casei e mudei de casa.)
Estudávamos ao pormenor o Correio da Manhã para ver a hora da baixa-mar e depois com as contas ao minuto, lá se combinava a hora da concentração à porta do Bola D’Ouro.
Não foram raras as vezes em que á hora marcada era ainda noite cerrada, mal se distinguindo quem lá estava (tenho uma imagem do Jaime sentado à porta da florista que há-de ficar para sempre) e a chegada à praia coincidia com o sol a nascer.
Era um espectáculo!!!
Como dizia á pouco, cabiam-me dois postes, como à maioria do pessoal (havia uns privilegiados que não os guardavam) e o transporte para o local do crime não era fácil.
Nas viagens para a margem sul eram utilizadas as viaturas do pessoal (os relógios suíços) para levar material e jogadores. A viagem era feita com os vidros abertos, fizesse chuva ou sol, porque os postes não cabiam dentro do carro!!
Mas com estes “problemas” todos, ainda assim lá estávamos nós de quinze em quinze dias, assim a maré permitisse ter um campo impecavelmente liso (nesta altura, o futebol de praia em areias soltas era ainda uma miragem) para os artistas explanarem o futebol que sabiam.
Grandes estrelas nasceram nestes clássicos, tácticas perfeitas eram colocadas em prática jogo após jogo, e o entendimento entre os jogadores era cada vez maior, roçando por vezes a perfeição.
Também algumas mazelas nos atletas começaram aqui a criar raízes, ficando para a história e gravada em video, a lesão que deu origem ao primeiro caso clínico do Núcleo - o Nuno Bento.
Os jogos eram normalmente 7X7 e após a jogatana, quando não havia corajosos para um banhito, lá se bebiam umas “bejecas” no bar, para fazer tempo para o almoço.
Recorremos com frequência aos famosos Benfica-Sporting, que muitas vezes acabavam mal. “Devia ser do cansaço…”
Ficou na memória de todos um marcante derby, em que o Meg fez o 1-0 para o Sporting a meio da primeira parte, e depois de um resto de jogo submetidos a enorme pressão e acantonados na sua área, os pupilos Leoninos, resistiram meritoriamente aos sucessivos ataques dos encarnados, e já com os ânimos exaltados, seguraram o 1-0 final, ficando este jogo como a principal referencia dos futebois na praia.
Foram estas e outras memórias, muitas delas registadas em filme, o resultado de 2 ou 3 anos em que nos deslumbrámos com correrias e futeboladas nos areais da Caparica.
“Registámos a patente”, pois em anos seguintes a moda pegou e as balizas e jogos eram imensos.
A nossa chama de futebolistas de praia foi-se apagando e dando lugar aos jogos de futebol salão.
Foi uma época de ouro, que cimentou a riqueza do espírito do NAB.
Merece ser revivida! Fica para um destes dias…
Até breve

32 Comments:
Apesar de ser um dos elementos deste belo Núcleo... tenho que fazer o "Mea Culpa"!
Pois eu nunca fui a estes "futebois"... bem!!! Eu nunca fui aos "Futebois" do NAB!!!
Tirando uma unica excepção... (julgo eu!) de uma jogatana na Praia Pequena em dia de eleições!
Ai lembro-me... era Nús contra vestidos!!!! Para espanto de alguns casalinhos de namorados que ainda tentaram fazer de conta que nada se passaria... mas foi por pouco tempo!! Acho que bastou o pessoal "equipar-se"!!!
Parabéns REGISTA!!!!
Vir aqui... é hoje em dia uma obrigação! Talvez só consulte com mais frequência o record.pt ou o hattrick.org
Isto está excelente!!!!
Boas,
sobre este post, recordo igualmente a saudosa RTG (serviço público), com o famosissimo, profissionalissimo e melgissimo reporter Martins (aquela riquissima adjetivização do Belenenses, fica nos anais).
Recordo igualmente, as "idiotices" do Heavy - quem não se lembra, por exemplo, da 2ª parte que não pôde começar a horas porque o atleta transportava de forma suspensa, em uma das narinas, uma enorme quantidade de muco nasal de cor verde e de dificil remoção, o individuo ainda pediu um lenço, mas depois de reparar o ar reprovador com que os outros atletas o olhavam, acabou mesmo manualmente por remover tão significativa quantidade de muco, onde a camisola e a infinita areia da praia acabaram de servir de fiel depositário - aquilo era para começar a horas e o pessoal não estava para aturar atrasos...
Sublinho a imagem, melhor dizendo - o "vulto" do Renato Jaime, em noite cerrada, à porta da florista (ò Regista, se calhar iamos no mesmo "relógio", não?), onde só após uma aproximação se identificou o alteta que se encontrava imóvelmente sentado no para-peito da montra, aguardando a hora da partida, não há duvida que aquela imagem teve um bocado de "Blair Witch".
Igualmente sublinho a qualidade da luz com que eramos "brindados", aquele início de dia tinha uma cor única, meio rosa, meio laranja, de sombras longas e dando ao mar um verde matinal esmagador. Julgo que aquela luz arriscava um Oscar para melhor fotografia...
Deixo a outros comments, relatos sobre o "sufoco", a indumentária amarelo piriquito do "Cabeçudo" e o seu boicote a meio de um jogo, os anúncios do Leitão que já não me lembro bem, mas que falava em: "...body-board e carrinhos de choque... à venda... e Portimão...", já não me lembro bem, mas era parecido.
a "Granda noia" do Heavy e a sua filmagem de cerca de 0,238 segundos, as brincadeiras gay do Pimenta nas camaratas do Lumiar que lhe deram uma imagem menos cuidada pelo menos em um dos jogos, ende soióne, ende soióne...
Abraços à comunidade
Meus amigos e amigos do nucleo:
Para além do imenso prazer que me dá escrever este textos sobre os nossos "encontros" de à uns anos, e também com enorme satisfação e "barrigadas de gargalhadas" que leio os vossos comentários.
O "saltador de escadas" retratou exemplarmente alguns episódios da época, e gostaria de acrescentar e esclarecer a estória das "brincadeiras gay???" nas camaratas do Lumiar. IMPÔE-SE um esclarecimento.
Em 1993, estava eu a meio do meu curso de formação de sargentos, na escola Prática de Administração Militar, no Lumiar, quando como chefe de curso do meu pelotão decidi fazer um ataque de porrada (chama-se na tropa acertar o passo) a um elemento de outro pelotão.
O resultado do ataque foi um dente meu partido, e o camarada a queixar-se ao meu comandante de pelotão.
Para quem não esteve lá, provavelmente não compreende o espirito...
Não fazer confusões, exige-se!!! (à minha tropa não chamam gay!!!)
No entanto, o que resulta para os jogos da praia, é um jogo em que sou entrevistado sem o tal dente, e falo com linguagem tipicamente militar (se não estou em erro é precisamente o SLB-SCP do 0-1).
Pena que o Meg e o Fonseca não sejam comentadores assiduos deste espaço (acho eu), porque teriam certamente muito para contar.
Ao Xô Liedson
Já podes consultar o desporto nacional, com acesso atraves da página do calcio di NAB (evoluções vão sendo introduzidas)
1 abraço
Há algumas imagens que me ficarão para sempre desses afamados derbys disputados na praia:
-O Pirão e o Abel com o empenhamento ao rubro, dentro de água, a 100 metros das balizas e a pelo menos 50 metros do jogador mais próximo (a maré tinha baixado), a disputar uma bola como se não houvesse amanhã.
-A minha lesão na coxa esquerda.
-O Sapo a discutir um penalty com as veias do pescoço literalmente a saltarem-lhe.
-A minha lesão na coxa esquerda.
-Os festejos do Meg que marcou um golo de primeira e em pontapé de moínho nesse já comentado 1-0.
-A minha lesão na coxa direita.
-As já mencionadas chegadas de noite ao Bolad'Ouro.
-A minha lesão no joelho direito.
-Os postes guardados na marquise dos meus pais.
-A minha lesão na coxa esquerda.
Que tempos de felicidade aqueles...
Só para confirmar que os meus postes ficavam igualmente na marquise.
Estou a ver que a vitória dos postes na marquise é esmagadora.
Olhem se os "postes na marquise" tivessem ido a votos no conclave...
Nem o Ratzinguer resistia a tamanho esmagamento eleitoral
nota final: não vale gozar nem fazer brincadeiras parvas com aproveitamento da passagem: "...os meus postes na marquise...", era miuto básica e como diz o outro:
"não vamos inventar a roda, não é?"
Para os fundadores dos futebois na Praia, destaco algumas diferenças verificadas entre os jogos de então e os de hoje:
- O Cajó era guarda-redes.
- O Abilio era central, dos que a canela dos adversários era até ao pescoço
- O Quim Zé era central e não saia lá detras.
- O jaime, o Meg e o Sapo ainda jogavam à bola.
- O Orlando dava frangos
- Os jogos já não dão discussão
As semelhanças com os de hoje:
- O Abel ainda corre com aquele estilo que desenvolveu nesses jogos (parece que vai cair, mas aguenta-se)
- O Pedro ainda joga com o cotovelo dobrado e a mão caída.
- O Miguel continua a dar porrada.
... e o Bento continua lesionado!!!
E a MAIOR de todas:
O Pessoal ainda joga à bola!!!
Uma vez também quis mostrar a minha boa vontade, e depois de varias solicitações lá guardei os postes na casa que os meus Pais tinham no outro lado da Ponte. Só que o outro lado da Ponte éra em Belverde, depois da Fonte da Telha. Foi lindo..., ver o pessoal todo em fila indiana a Berverde para ir buscar os postes e regressar á Costa para Jogar 1 horita...
De notar que já nessa altura era um pequeno burgues previligiado e os postes ficavam no "jardim".
O que nunca cai
Do futebol na caparica, como a generalidade dos autores dos comentários, também eu retenho imagens que ficarão para sempre na minha memória. São lembranças quevcada vez que as revivo, seja pelo blog, ou por "conversas de café" me dão sempre uma enorme vontade de rir.
Recordam-se de certeza de ver o Zé Fonseca, com a sua t-shirt do PSD, tentar fazer uma paragem de peito a uma bola que vinha pingada?
E também do maior falhanço da história do futebol, protagonizado pelo Ribeirinho. (digno de figurar em qualquer compilação dos azelhas do desporto rei)
E já agora pontapé no rabo que o Miguel deu em pleno jogo (aqui falha-me a memória e não me lembro do agredido).
Foram fantásticos estes jogos.
Mas o que realmente fazia correr o sangue nas veias ao pessoal, para além do prazer e vontade destes jogos, eram os derbys.
Aqui sim, se via a entrega ao jogo no seu expoente máximo.
Após fazer uma análise dos meus anos de futebol, afirmo que para mim, o 1-0 foi o apogeu destes sempre emocionantes e apimentados (não é referencia ao Tadeu)confontos e talvez o Maior jogo de toda a minha carreira futebolistica
Não se trata nem de revivalismo nem do renascer de uma velha mística, mas sim de agradecer ao QUIM ZÉ por esta maravilhosa ideia e criatividade, que teve ao criar este blog.
Espero ter a inspiração para te agradecer pessoalmente um dia por esta maravilhosa ideia.
Podia fazer uma analogia ao tema "como é que está a maré" aos outros temas já abordados neste blog e referir mais uma experiência de um "nabo" madrugador que para poder desfrutar de um tempo muito bem passado ia jogar à bola depois de uma ressaca da noite anterior.
No entanto só me apetece dizer o seguinte: MERDA, QUE SAUDADES!!!
UM ABRAÇO PARA TODOS OS DO NUCLEO E DA GALIA: Orlando, Sapo, Abel, Góis, Pagou, Jubileu, Álvaro Firme, Caixdo, Quim Zé, Sofia, Paulo Chinês, Silva, Meg, Luís Nuno, Fão, Mô, Luís Trindade, Costinha, Magalhães, Tó João, Mané, Maturo, Renato Jaime, Fonseca, Kajó, Abílio, Ribeirinho, Meg, Sapo, Pirão, Nuno Heavy, Miguel Oliveira, Xana, Pedro Oliveira, Nuno Rafael, João Baixo, Isabel, João Leitão, Zé Vilão, Afonso, Pulo Punk, Bento, Raquel, e a todos os outros que ocorrem no meu pensamento mais depressa que a própria escrita, mas especialmente por ter tido como amigos o JOÂO NUNO, MARCO e o SOBA)
O Nostálgico
Este espaço é NOSSO, está criado e até ver com sucesso.
O objectivo é, e será sempre o de manter a boa disposição e passar bons momentos a "reviver" tudo isto (confesso que me dá um enorme gozo).
Pouco importa se fui eu a criar o espaço, e gosto de pensar que dada a adesão, alguem teria uma ideia do género.
A maior forma de agradecimento é a vossa participação que desejo se torne mais activa, com a publicação de textos da vossa autoria.
Todos nós temos algo para contar, do passado ou presente, e porque não do futuro...
NAB em 2035, como será?
lanço o mote e desafio a que me enviem textos para publicação.
Um abraço para os gajos e beijo para as meninas
A pergunta impõe-se:
- A quem é que Miguel Oliveira deu o citado e comprovado "pontapé no cu"?
Pela minha parte não tenho a acerteza sobre quem terá sido o agredido.
Fiz um esforço de memória, e aponto para o cabeçudo, não que o rapaz tenha "ar de saco de pancada" mas tenho ideia de o ver dar um pulo, com tamanho biqueiro a entrar-lhe pelo cú acima!!!
Sobre esse desabafo, julgo poder assegurar que a " alegada vitima" foi o proprio irmao de tão brioso jogador, é bom denunciar que apenas o fez após tentativa de agressão, subreptissia é certo, mal se nota, mas está lá!!
Ao referir o Cabeçudo, está o Regista incorrer num "acto falhado". Em Dez de 1991 teve lugar uma pequena altercaçao em virtude de o atráz referido jogador ter feito um carrinho ao Def Direito , tendo este ultimo, numa atitude de desagravo, entrado de forma um pouco mais rispida mas, sem duvida com toda a nobreza, não resultando quaisquer danos para o proprio e para o Terceiro.
Mais informo que a falta sobre o Cabeças foi ao nivel da tibiotarssica a entrada ao Irmão foi nos Gluteos.
Estes dois episodios estão documentados em registo video, que este vosso camarada guarda religiosamente .
Confesso que tenho evitado comentar este assumpto, uma vez que me tem sido dado a ler comentarios de uma pobreza, falsidade e desproposito que até são atentatórias do meu passado, mas a paciencia tem limites...
Tenho a Honra manchada e vou manda-la já para a tinturaria!!
A frase " O Miguel continua a dar porrada" é inqualificavel.
Acresce neste momento colocar os pontos nos iii!!!
" O Miguel continua a dar porrada" nunca foi um desprimor, antes pelo contrário, pensava eu...
Não disse que o Miguel era CACETEIRO, embora alguém menos avisado o possa entender como tal.
"Porrada" no sentido de desancar o adversário davam o Barão e o Álvaro (estes, sim , caceteiros)
Sempre encarei os "encostos um pouco mais viris" com que o Miguel presenteava o pessoal, como uma forma de arte, dado a beleza e a forma transparente como o fazia.
Relembram-se a alegria com que virava os adversários com o dobro do seu tamanho...
Quando um gajo coloca toda a sua arte e engenho naquilo que faz, resulta sempre algo positivo, mesmo na história de virar gajos do avesso...
O próprio lance do pontapé nos gluteos é revelador de uma certa subtileza pelo local escolhido, para "mimar" um adversário.
O passado nobre e bem reconhecido do Schwarzenbeck tem marca registada, e é sem duvida um espólio bem guardado.
Reafirmo que todos as "porradas" primaram por um toque artistico, que provavelmente não vês reconhecidos nos teus actos, mas que têm neste, um exemplo daquilo que falo.
Um gajo pode sempre ser genial ... à sua maneira
Como tal, penso que ser considerado nestes anos como nobre representante de um futebol "mais dado a mimos" não possa ser considerado como ofensivo, nem motivo para ter a honra manchada.
Cuidado com as limpezas, não vá ela transformar o "génio" Miguel, num qualquer artista da bola!!!
Muito obrigado!
Recordo que apemas lesionei por acçao directa ( sem piada às FP 25 A )o Ze Fonseca, ao invés, estive bastas vezes lesionada por intervençao dos adeversarios.
E já agora quem se lembra da batalha de Santiago, jogado no ido de 91.
Quem se lembra de " reebok o momento ideal...", " Bento, Bento o que foi? costela, tibia, peronio?...", " tã, tarã tã tã, fodasse!!!" e dos polemicos " correr para quê? a bola não chega lá afrente!" e " fodasse Miguel, só daz porrada!!!"
Mas saudades mesmo tenho dos Corners em que o Abilio subia à nossa area, não melembro de alguma vez ter olha para a bola, fixava-me no Velho e quando ele ameçava desmarcar-se levava um encosto ( na base da amizade), mas tambem é certo que levei poucas nessas jogadas , nodolos que tenho nas canelas são memoria dessas e de outras jogadas.
Curiosamente quem mais me atirou para o estaleiro foi o L Nuno, por casualidade é certo mas por três vezes aluguei canadianas devido a esse jogador tão temerario.
" - Que jogo é este?
- É um grupo de amigos que...
-Amigos? à pouco um deu uma valente porrada e o outro foi logo atráz para o limpar"
...bom, se o "aviado" foi o irmão do brioso jogador, então o assunto ficou em familia, e deverão te-lo resolvido em sede própria.
Sobre o "inutilizado" Zé Fonseca, apenas tenho a referir que a sua lesão o ajuda e protege na vocação que tem para o meio artistico.
Passo a explicar:
Quando está de microfone na mão, o dedo meio em pé como quem diz- "Opá, vai mas é pró car..." pôe em sentido qualquer audiência que em resposta aos brilharetes que faz em palco, se prepare para lhe enviar alguns impropérios.
Já agora, reparo que os "comentadores" se desfazem em elogios aquilo que é considerado em qualquer parte do mundo como "porrada da grossa", "canela até ao pescoço", etc.
Chamar "Génio" e "artista" a quem já distribui mais fruta que o MARL, é realmente uma visão bastante Romantica da vida.
Uma referencia ao formato do campo da Caparica:
Quando os jogos tinham a presença do Meg, e da dupla gordo-abel, as medidas deviam ser para aí 60 de comprimento por 120 de largura.
Uma ultima referencia par o MAIOR caceteiro que a praia já viu.
Esse marcador implacavel que deve ter feito mais buracos nos calcanhares das meias do pessoal que um batalhão de traças - o Bode Abilio.
Estive ontem a rever um Sporting-Benfica jogado em 08/12/1992, resultado 4-1 com comentarios "isentos e imparciais" do Sapo.
Es-ma-ga-dor!!!!! foi ver o P Oliveira a jogar a trinco e que bem que jogou, já não me lembrava que o Raf fervia tanto, um dos raros registos video do Baixo a correr, o Hugo estava um bocado largo mas tinha uma força do c..., o Pimenta mandava "muito" na defesa, o Bento rematava de fora da area sempre com perigo, o Meg rematava de qualquer sitio e marcava, O Abilio não destribuio tanto "maracaté" quanto eu (mas tentou) que me vi às Aranhas com o meu flanco, por onde desciam o Magalhaes, Hugo e Meg ( tive a prestimosa ajuda do Paulo Pereira que permanecia imovel a 50 metros de destancia para dar o " apoio")...DASS!!!
O Sr. Schwarzembeck tem alguma coisa a dizer sobre os comentários, realmente imparciais, do Sapo? Parece-me que não. Se bem me recordo foi um "banho de bola" com que os leões presentearam o Benfica. O Sapo que começou a comentar devido à lesão no joelho (1/11/92), pautou, sempre, esses comentários por uma grande isenção. Aliás, também a sua postura dentro de campo era digna e de grande entrega. Se me lembro do famoso 1-0 (a favor do Sporting)em que ainda participei.Esse encontro foi um "hino ao futebol". A equipa leonina, constituida por jogadores com garra e uma cultura táctica acima da média, foi a primeira em Portugal à imagem do hoje famoso Mourinho (na altura, ainda tradutor).Cada jogador sabia a sua função. Eu pela minha parte, jogando a defesa esquerdo, cumpri na perfeição, salvando um golo sobre a linha e cortando tudo o que havia a cortar. Sobre as "mocadas" que se tem falado,lembro-me que nesse jogo fiz uma tesoura (perfeita, por sinal)ao Ribeirinho, numa altura que ele se preparava para uma jogada perigosa. Ficou furioso (se na altura fosse GNR, acho que tinha ido de "cana"). Nunca fui violento,e se alguém tem alguma "cicatriz" (ou falta perigosa) feita por mim que o diga. Fui sempre um jogador "pacato", embora existam opiniões contrárias. Mesmo jogando à baliza nunca me lembro de ser maldoso numa qualquer saída (oportunidades para isso não faltam).
Só por má-fé pode dizer-se que a equipe do benfica no 1-0 não foi senhora absoluta do jogo. Superioridade, repito superioridade!!
Desafio qualquer um a caso possam, rever os jogos em referencia e averiguarem da justeza do exposto:
Os comentarios do Sapo no 4-1 foram tendenciosos.
O 1-0 foi não um, mas "O" massacre.
" opotunidades para isso não faltam" ??? será uma ameaça?
1ºOs comentários não foram tendenciosos, foram embalados pela superioridade leonina nesse jogo.
2º Relativamente ao muito falado 1-0, é uma espinha encravada na "memória benfiquista" que ainda hoje não percebe como é que uma equipa pode defender na perfeição. Uma das virtudes é defender bem e com qualidade. Embora o Benfica dominasse (dominio apenas visível depois do golo do Meg), as oportunidades de golo não foram muitas. Digamos que foi um dominio territorial.
3ºRelativamente à frase: "oportunidades para isso não faltam", não foi percebida pelo Schwarzembeck. Claro que não é uma ameaça, pois um elemento do N.A.B.não distribui "fruta" por dá cá essa palha. O que apenas quis dizer é que fui sempre um jogador correcto para com os adversários ao longo da minha longa carreira (seja à frente,seja à baliza). Isto é, ao jogar quase sempre na baliza, o que quis dizer, e o sr. não percebeu, é que nessa posição pode-se fazer faltas (porradas) maldosas e perigosas. Algo que não me lembro, jamais, ter feito. Por este motivo, o Sr. Schwarzembeck, não pode encarar esta afirmação como uma ameaça.Para além do mais nem podia fazer uma ameaça dessas, pois não tenho participado nos jogos "do Cálcio di NAB".
Está pois o meu amigo convidado para ir hoje à noite à minha residencia rever o 1-0 ( extencivel aos outros Nab`s)
Dominio territorial?
As oportunidades de golo não foram muitas?
Defender com qualidade?
Defender na perfeição?
Defender bem e com qualidade?
Devemos estar a falar de um outro jogo.
Bata à porta e traga um Cognac ou outra coisa qualquer.
Finalmente alguem fala com qualidade. Se houver visionamento do jogo e o grande sapo quiser, colocarei o meu auto-bus de cor branca, pequenino mas muito arrumadinho serviço da comunidade para transporte, para na companhia dos convivas e do tal Cognac, revisionarmos celebre "batalha" de outros tempos, e recordar "O" massacre.
Carissimo sportinguista:
Chamar aquela equipa do inicio dos anos 90 o 1º exemplo da táctica à Mourinho é um equivoco, pois na altura os verde-brancos não sairam do "buraco" passando 45 minutos positivamente a despejar charutos para o meio campo.
É um jogo épico pela vontade mutua em ganhar, não pela organização, e muito menos controlo de jogo por parte do SCP.
Se bem me lembro, o SLB tem um lance em que em cima da linha o Bento chuta contra o Jaime, e na recarga o Jaime acerta no Bento. Era já no período em que se alugavam 50 metros (dos 70 que o campo teria).
Aguardo,
estamos muito à vontade de tempo e barulho porque hoje é vespera de jogo e eu nestes dias estou "solteiro", uma vez que não tenho obrigaçoes familiares sou capaz de não chegar antes das 20h30
Lá está, o lance do Jaime-Bento e Bento-Jaime (acho que esse lance está um pouco exagerado Regista), é o exemplo da desorganização de quem ataca. Isto não é atacar por atacar. À que atacar com qualidade, objectividade e serenidade.É nestes exemplos que se vê uma grande equipa. Isso da charutada para o ar tem muito que se lhe diga e se fosse só isso, então o demérito dos jogadores do Benfica seria ainda maior. Não creio que uma equipa nesses moldes conseguisse não sofrer golos;só se os adversários fossem "tacanhos" (sempre gostei desta palavra, muito utilizada pelo saudoso J.P. Praia).
Amigo
Não são raros os exmplos de equipas ditas pequenas, que talvez pela consciencia da sua real valia, ou por um acumular de resultados negativos (este ultimo exemplo encaixa na perfeição ao vosso SCP) se fecham e obrigam os seus adversários, ainda que superiores, a entrar num futebol de bolas bombeadas para a área (precisamente o que não se deve fazer) e de pouca serenidade.
Então quando se entra no tudo ou nada, situação que penso ter existido da nossa parte, o esclarecimento dá lugar à sofreguidão e à vontade de querer fazer tudo depressa e bem, dando invariavelmente resultados negativos.
Temos hoje exemplos do que disse, como o tivemos no passado, e esse SCP 1 SLB 0 terá sido um dos jogos que pela forma como foi evoluindo, nunca marcaríamos um golo e os Sportinguitas nunca passariam do meio campo.
Volto a dizer que foi tudo isto que o transformou num jogo épico, com uma vontade enorme de ambos os lados, e que nem a derrota me fez/faz pensar que é "A" espinha encravada na garganta dos Benfiquistas.
Gosto de pensar que o SLB de hoje teria dado um jeitão nessa altura, mas isso já é a minha veia optimista a falar...
... em antecipação ao que eventualmente venha a ser escrito por algum dos "entrincheirados", devo dizer que se tivessem feito o 2-0 como se falou durante o fim-de-semana, tinha-se tornado num escandalo aquilo que já deve ser considerado como o resultado MAIS INJUSTO da história do futebol.
Meus amigos.... ao contrário de vós o futebol de praia continua a fazer parte da minha vida desportiva...se bem que sem as mesmas capacidades fisicas que me projectaram para a elite do futebol, qualquer que fosse o terreno e a posição que ocupasse(praia, relva,rio de mouro ; venteira escola ; venteira ring ; liceu de queluz , torneios do pires ; queluzense onde o Orlando era meu suplente ...provocação..), é certo que ainda hoje consigo fazer a diferença em alguns jogos. Se antes a diferença era sempre pela positiva nos dias de hoje as coisas são mais equilibradas e como neste fim de semana a diferença foi feita pela negativa. Levantar 100 KG na areia seca em bolas que obrigam a golpes de rins ..... já não é muito fácil... mesmo assim ainda surgem defesas espectaculares...
Pois é dificilmente tinhamos jogador mais completo... melhor guarda-redes...um central dos poucos que secava patos sem dar porrada como o Bode e um ponta de lança muito " Brithish" ou como agora está na moda "Chileno" jovem e cheio de raça. Os postes dado o quintal dos meus avós estavam religiosamente guardados penso até que ainda existe um ou outro lá por casa. Tenho a dizer que os vidros não iam só abertos por causa dos postes "os de pvc" há muita boa gente que precisava de vidros abertos e tectos de abrir pelos outros postes.... Quanto aos jogos guardo boas recordações...o 1-0 foi um jogo extraordinário e se realmente efectuaram o "reboinar" da cassete e visionaram o jogo a minha prestação é exemplar lembro-me de uma defesa a um pontapé de bicicleta do Jaime e a um remate cruzado para o lado esquerdo efectuado pelo Nuno Heavy simplesmente fantásticas... Se bem me recordo nesse jogo tb. existe um lance num canto ao primeiro poste em que o João Baixo saiu muito mal tratado.... Os 4-1 não me recordo muito bem penso que joguei... pois em abono da verdade lembro que esse foi um resultado desnívelado o que não acontecia com muita frequência a favor dos Sportinguistas. Além da paragem de peito com a camisola do PSD.....temos a camisola do REI que era um habitué nos jogos de futebol de praia e ainda alguns encolhimentos de barriga para não cair em fora de jogo... Ao contrário de outros.. no NORTE trabalha-se não podendo estar sempre no site... e como não tenho NET em casa... vou tentar ser mais frequentador deste site
PS... para quem tenha duvidas da actividade desportiva e das actuais capacidades fisicas apesar de regressar de uma lesão pode aceder a http://nucleoamigosdabacura.blogspot.com/ e ler as crónicas dos jogos... só um cheirinho..
Fonseca (4) - Manhã tranquila, não teve responsabilidades nos golos sofridos.
Fonseca (4) - Excelente actuação do estrangeirado que garantiu com as suas defesas a vitória para a sua equipa.
Melhor em campo - Fonseca
Fonseca (4) - Eufórico com a possibilidade de comer de borla foi celebrar uma excelente exibição com um banho que por razões estéticas era conveniente que não se repetisse
este "pinigooll das devesas" está a ficar um provinciano à moda deles - Agora também já diz que só lá em cima é que se trabalha...
Tou feito com este chileno do Freixo...
Quanto às tuas memórias - Parabéns! Não me lembrava duma data de coisas: O remate cruzado do Heavy (é verdade, já não me lembrava), o lance com o João não me recordo, quanto à bicicleta do Pato, já não me recordava que lhe tinhas tocado...
Grande Abraço,
e dia 14 logo vemos, uma coisa é certa: no lugar em que estamos não vamos ficar - Ou 1º, ou 3º
Olha a conversa do "eu nem tenho tempo para me coçar..."
Afinal deve ser por isto que se diz que o Norte é que produz!!!
Cá para mim, se o Alentejo era o celeiro de Portugal, lá em cima deve ser o Pomar, dada a quantidade de fruta que exportam!!!
O Pinigoll está modesto!!!
Importa talvez dissecar:
"melhor Guarda-redes" - A história de quem era suplente de quem, já a ouvi contada por outro e não era bem assim...
"um central dos poucos que secava patos sem dar porrada como o Bode" (isto parece um jardim Zoológico)- Não estão aqui nenhum dos visados, mas para um central, se não era caceteiro, fineza também não abundava (cada vez que me lembro daquela paragem de peito...).
"Ponta-de-lança muito " Brithish" (...)ou "Chileno" jovem e cheio de raça" - Para jovem faltava o pulmão, e para British, aí talvez se encaixem dois ou três charutos, mas nesse campo estamos bem servidos, e os gajos não desarmam!!!
Agora, a memória da camisolinha do RRC, foi de mestre, e mais um exemplar de elevado calibre das memórias destes jogos.
Aparece por aí mais vezes, quando tiveres uma folgazita para o xixi (é de lei) que muito há para dizer!!!
Quem não se lembra da celebre frase:
"...foi um lance um bocado confunzo..."
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